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Grafiteiros e artistas descendentes japoneses no Sesc Santana

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Kasato Maru, o navio que trouxe os primeiros imigrantes japoneses para o Brasil, dá nome a nova exposição no Sesc Santana, mais uma homenageando o aniversário de 100 anos da imigração japonesa.

Kasato Maru - Permanência do olhar mostra 9 obras abrigadas nos espaços de passagem e convivência, criadas por artistas e designers descendentes de japoneses.

As obras são inspiradas na história da imigração japonesa, memórias pessoais e familiares.

Os artistas participantes são: Titi Freak (Hamilton Tokota), Tinho (Walter Nomura), Catarina Gushiken, WHIP (Rodrigo Tokota), Ricardo Ushida, Cisma (Denis Kamioka), Raquel Uendi, HANA-BI (Thais Ueda) e Paulo Ito. Curadoria de Rachel Brumana e projeto expográfico, de William Zarella Jr. Grátis!

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Titi Freak nas paredes do Sesc Santana
Crédito: Blog da Choque Cultural

Serviço:
SESC Santana
Avenida Luiz Dumont Vilares, 579 - Santana
São Paulo - SP
Horários:
De terça a sexta-feira: das 13h às 21h
Sábados, domingos e feriados: das 10h às 18h
Preço: Grátis

2000e8 no Sesc Pinheiros

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Exposição com trabalhos do grupo 2000e8 foi inaugurada na última sexta e ocupa o Espaço de Exposições no 3º andar do Sesc Pinheiros até 05 de outubro.

2000e8 é formado por oito jovens pintores que buscam por meio de seus trabalhos alimentar conversa sobre as possibilidades da pintura contemporânea. O grupo, que não tem a ambição de formar um coletivo, procura ampliar suas potencialidades por meio das relações entre eles.

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Clique nos links para ver previews dos trabalhos de cada um dos artistas individualmente: Regina Parra, Ana Elisa Egreja, Rodrigo Bivar, Marina Rheingantz, Bruno Dunley, Marcos Brias, Renata de Bonis e Rodolpho Parigi. A curadoria é de Paulo Pasta.

Serviço:
2000 e oito
Até 05/10
Sesc Pinheiros
Rua Paes Leme, 195 - Pinheiros
São Paulo - SP
Horário: Terça a sexta, das 11 às 21h30.
Sábados, Domingos e Feriados das 11h às 21h30.
Preço: Grátis

Diego Medina em galeria de Londres

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Em 1º de agosto aconteceu a primeira exposição da SRK, uma agência de Londres que representa criativos do mundo inteiro, na Galeria Londrina Whitechapel e o Diego Medina, ilustrador e músico, que a Bangoo entrevistou no começo do ano, participou representado por alguns de seus trabalhos.

“O pessoal da SRK de Londres me convidou pra fazer parte do time deles no início do ano. Topei. Aí conheci pessoalmente os caras em maio e eles armaram essa exposiçãozinha com o pessoal que eles tão representando por lá”. Legal, né?

FILE 2008 Milhões de Pixels

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Inaugurou ontem em São Paulo a 9ª edição do FILE, o Festival Internacional de Linguagem Eletrônica. No evento, que acontece no Sesi da Avenida Paulista, próximo ao metrô Trianon, estarão expostos trabalhos de aproximadamente 300 artistas de mais de 30 nacionalidades.

Devido à amplitude do combinado de arte + tecnologia, o FILE tem dentro dele outros festivais, Festival de Arte Eletrônica. Fazem parte do FILE, Festival de Games, Festival de Cinema Digital, Festival de Cinema Documental, Festival de Música Eletrônica, Festival de Inovações e Festival de Grafites. As instalações do Festival de Arte Eletrônica poderão ser visitadas de 05 a 31 de agosto. As demais atrações ficam só até sexta-feira, 08 de agosto.

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Serão três sessões diárias do cinema 4k às 13h, 16h e 19

O destaque fica para o FILE Cinema Digital, que exibe quatorze filmes que utilizam a tecnologia 4k - incluindo um brasileiro. A tecnologia, desenvolvida pela Sony, possibilita imagens de altíssima definição com aproximadamente 8 milhões de pixels por frame. A imagem quatro vezes melhor do que o blu-ray e 24 vezes mais definida que a da televisão comum.

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L.A.S.E.R. Tag em ação no Coliseu de Roma

Além disso, o FILE trouxe os norte-americanos do Graffiti Research Lab. O grupo mostra a L.A.S.E.R. Tag, uma caneta que possibilita grafitar prédios inteiros, com a ajuda de um projetor de grande escala. O instrumento já foi usado na ponte do Brooklyn e em museus e galerias como a TATE de Londres e o MoMA em Nova York.

Serviço:
FILE - Festival Internacional de Linguagem Eletrônica
Até 31/08
Galeria de Arte do SESI
Av. Paulista, 1313 – Trianon
São Paulo - SP
Horário: Terça a sábado das 10h às 20h; Segunda das 11h às 20h e  Domingo das 10h às 19h
Informações: (11) 3146-7405 / 3146-7406
Grátis

Lynch em São Paulo

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O cineasta americano David Lynch, conhecido por filmes como O Homem-elefante, Veludo Azul, Cidade dos Sonhos, entre outros, estará amanhã em São Paulo para divulgar seu livro Em Águas Profundas: Criatividade e Meditação, que fala dos benefícios da meditação e o como pode ajudar no processo de criação. Ele conversa com fãs na Livraria Cultura da Avenida Paulista das 15h às 17h e participa de palestra sobre o mesmo assunto na FAAP, às 20h, para alunos da faculdade e convidados.

Serviço:
Lynch na Livraria Cultura
07/08
Conjunto Nacional
Av. Paulista, 2073 – Consolação
São Paulo SP
Horário: 15h às 17h
Grátis

Lynch na FAAP
07/08
R. Alagoas, 903 – Higienópolis
São Paulo - SP
Horário: 20h
Para estudantes da faculdade e convidados
Grátis

Abertura da FLAP! na livraria temática de poesia de São Paulo



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Hoje, daqui a pouquinho, às 19h, tem abertura da 4ª edição da FLAP! na Biblioteca Temática de Poesia Alceu Amoroso Lima, aquela grande parede com o escrito “poesia” na Av. Henrique Shaumann em São Paulo. A FLAP! é um festival de Literatura alternativo que vem na contramão da FLIP, ou nem tanto assim. De qualquer forma, é um novo festival de área que está com uma programação gratuita distribuída por toda a cidade para os próximos 7 dias.

O tema desta edição é Zona Franca - Viva la conexión, ou seja, um espaço para a integração, intercâmbio e ajudinha das novas tecnologias para divulgar o evento por entre o máximo de pessoas que for possível. O Festival além de já ter proclamado o portunhol como língua oficial, trouxe como convidados especiais mais de 20 artistas latino-americanos.

Com a ajuda das facilidades da “conexión” os organizadores transmitirão pelo blog e webcam ao vivo, discussões, leituras, debates, workshops e oficinas que acontecerão até dia 08 de setembro. Clique aqui para o link do streaming ao vivo do Festival e aqui para programação e endereços.

Serviço:
Inauguração da FLAP!
Biblioteca Temática de Poesia Alceu Amoroso Lima
R. Henrique Schaumann, 777 – Pinheiros
São Paulo – SP
Horário: 19h
Preço: Grátis

Emoção Art.Ficial 4.0 no Itaú Cultural

Acontece a partir do dia 02 de julho, no Itaú Cultural, a Bienal de Arte e Tecnologia, chamada nesta 4ª edição, Emoção Art.Ficial 4.0 – Emergência. O nome brinca com e a situação de emergência que a produção de arte que se integra com a tecnologia. Emergência em eclodir, emergência por talvez não estar sendo apreciada ou desenvolvida como deveria. Não se trata de um conceito fechado.

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Canções Submersas, 2008, Vivian Cacuri

São 16 trabalhos de artistas do Brasil, Suécia, Irlanda, Austria, Coréia, Canadá, Colômbia, Bélgica, Inglaterra, Portugal, França e Inglaterra. Tem desde Spore, o novo jogo de Will Wright, criador do jogo de Sims, passando pelos peixes-DJS da paulista Vivian Caccuri, até o robô-artista do português Leonel Moura que pinta conforme informações em seu código e estímulos do público.

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The Bacterial Orchestra, 2006, Martin Lübcke e Olle Cornéer

O destaque fica para a instalação The Bacterial Orchestra, dos suecos Martin Lübcke e Olle Cornéer, se trata de uma orquestra de “células” que se comportam como organismos. Da interação entre as “celulas” são criadas microfonias sonoricamente evoluídas que aludem a diferentes momentos históricos da música.

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Ultra-Nature, 2008, Miguel Chevalier

Outro destaque é o jardim virtual Ultra-Nature do mexicano Miguel Chevalier em exposição na estação Paraíso do metrô. Na instalação-jardim há seis variedades de plantas digitais coloridas. As plantas evoluem de acordo com suas características “genéticas” e pela interação do público que pode realizar a polinização entre elas através de sensores, que provoca o crescimento de novas e inesperadas florações.

Serviço:
Exporição Emoção Art.Ficial 4.0 - Emergência!
De 02/07 a 14/09
Itaú Cultural
Av. Paulista, 149
Estação Brigadeiro do Metrô
São Paulo - SP
Horários: Terça a sexta: 10h às 21h
Sábado, Domingos e feriados: 10h às 19h.
Preço: Grátis
Visitas monitoradas podem ser agendadas pelo telefone: (11) 2168-1876

Anima-mundi, últimos dias!

Os paulistas que perderam o Anima-Mundi, ainda tem chance de pegar os últimos momentos do Festival no final de semana.

O Anima-Mundi está em sua 16º edição e é o maior festival do gênero na América Latina. Nesta edição, o evento conta com trabalhos de animação de animadores da Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Estados Unidos, Estônia e Suíça, entre outros.

Na capital paulista, a programação está concentrada no Memorial da América Latina e no Centro Cultural Banco do Brasil.

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Imagens reproduzidas do blog do Anima-Mundi

Um dos destaques é o workshop do grupo japonês Tochka, que captura as interações de pessoas com lanternas de luzes coloridas e as transofrma em animação. Os artistas que criaram o projeto já foram premiados com o Grand Prix no Festival de Curtas-Metragens de Clermont-Ferrand e receberam uma Menção Honrosa no Festival de Animação de Ottawa. A performance é chamada PIKAPIKA começa no sábado às 18h no corredor do Memorial. As inscrições  deveriam ser feitas por email e as 30 primeiras seriam chamadas.  Mas quem estiver por lá poderá assistir.

Outro destaque é o longa Idiots and Angels, comédia de humor negro de Bill Plympton que será exibida no sábado às 22h na Sala1 do Memorial. Confira a programação completa no site.

Serviço:
Fundação Memorial da América Latina
Av. Auro Soares de Moura Andrade 664 - Barra Funda
Horário: 11h às 24h
Preço:
Salas 1 e 2 – cinema: R$ 6,00 (meia entrada R$ 3,00)
Sala 3 – vídeo: R$ 3,00 (meia entrada R$ 1,50)
Futuro Animador (grátis)
Senhas distribuídas somente no dia 1 hora antes de cada sessão

Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) - Sala de cinema e auditório
Rua Álvares Penteado, 112 - Centro
Horário de funcionamento:
Ter a Dom 13h às 19h
Preço: R$ 4,00 (meia entrada R$ 2,00)

Duchamp no aniversário de 60 anos do MAM

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A Fonte, 1917 (Réplica)

Em seu aniversário de 60 anos, o MAM (Museu de Arte Moderna de São Paulo) ganha, ou melhor, dá de presente para o seu público, a exposição Marcel Duchamp: uma obra que não é uma obra “de arte”. A exposição é a primeira solo do artista no país e a maior exposição de Duchamp já realizada na América Latina.

Um fato curioso sobre esta exposição é que o artista seria o curador da exposição inaugural do MAM, em 1948. Todos os detalhes estavam quase fechados, quando o dinheiro destinado ao transporte das obras foi roubado e a curadoria não foi possível.

Duchamp foi o primeiro artista a utilizar o conceito ready-made, ou seja, ele pegava objetos ordinários, produzidos em larga-escala e os elevava ao posto de obra de arte. Sua obra, A Fonte, é o maior exemplo desse conceito e, nada mais é que um urinol exposto do lado contrário, assinado por um dos pseudônimos de Duchamp, H. Mutt.

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L.H.O.O.Q., 1919 (Réplica)

A Fonte, Roda de bicicleta e L.H.O.O.Q., uma reprodução da Monalisa de Da Vinci, com bigode e costeleta, cujas siglas significam algo como “ela tem o rabo quente”, são algumas das obras famosas de Duchamp que fazem parte da exposição. Uma das inéditas é O Grande Vidro, obra que demorou oito anos para ficar pronta e é considerada pelos especialistas como a obra mais complexa de Duchamp.

Uma das passagens da biografia do artista, citada pela curadora da exposição, Elena Filipovic, explica um pouco de sua relação com a originalidade. Uma vez um amigo do artista lhe perguntou porquê ele assinava tudo que lhe caia nas mãos – inclusive réplicas de obras suas. “Para tirar o valor do original” respondeu ele.

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 O Grande Vidro, 1926 (Réplica)

A maior parte das obras originais do artista estão destruídas ou perdidas. As peças expostas no MAM são reproduções “originais”. Mas em Duchamp isso não importa. Sua peculiar relação com o original permite que diferentes reproduções assinadas de A Fonte, A Roda de Bicicleta e O Grande Vidro possam estar expostas simultaneamente em diferentes partes do mundo.

Duchamp passou a vida inteira questionando a arte e contraditoriamente se dedicava a seu objeto de crítica de maneira bastante esforçada. O criador do ready-made após declarar aposentadoria, trabalhou em segredo por 20 anos em sua última obra, a instalação Os Dados - que só veio a público após sua morte.

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Caixa Valise, 1935 (Réplica)

O artista que criticava a originalidade da obra de arte produziu uma série de luxo de seu Museu em Valise dada de presente a amigos que continha pequenas reproduções de suas maiores obras. A reprodução em exposição no MAM pertenceu a Andy Warhol.

Contraditórios foram também os resultados da crítica que ele iniciou. Mesmo “reproduções”, hoje suas obras valem muito dinheiro. Mas de qualquer forma Duchamp que viveu de 1889-1968 figura até os dias atuais como referência em crítica e transgressão de arte.

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Os dados, 1946 (Réplica)

Ainda no MAM, paralelamente à exposição do artista, acontece na Sala Paulo Figueiredo, Duchamp-me. Com curadoria Felipe Chaimovich, a exposição traz 40 obras do de artistas brasileiros que tiveram Duchamp como inspiração como Geraldo de Barros e Vik Muniz.

Serviço:
MAM
Parque do Ibirapuera
De 17/07 a 21/09
Horários:
Terça a domingo das 10h às 18h
Preço: R$ 5,00 (grátis aos domingos)

“Do Ukiyo ao Mangá”: traça um panorama da arte nipo-brasileira

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Urata Spancall, 2007, Sem Título

O Espaço Cultural BM&F/Bovespa inaugurou esta semana exposição em homenagem aos 100 anos da imigração japonesa. ‘Do Ukiyo ao Mangá’ traça um panorama da arte nipo-brasileira: da primeira leva de imigrantes aos dias atuais. A exposição é dividida em três principais momentos: Pioneiros, Pós-Bienal ou Pós-Guerra e Contemporâneos.

As 70 obras de mais de 40 artistas incluem pinturas, sumi-ês e mangás. Além de parte dedicada aos ukiyos - gravuras japonesas anteriores à imigração - datadas dos séculos XVII, XIX e XX e um espaço reservado às cerâmicas e esculturas.

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Manabu Mabe, 1997, Auto-Retrato

Pioneiros contempla a produção realizada entre os anos 30 e 40. São apresentadas e gravuras em sumi-ê - técnica monocromática que usa tinta preta extraída de vegetais, o sumi. A técnica faz necessárias pinceladas rápidas e precisas, além de atuação quase teatral do pintor. Manabu Mabe é o artista em destaque.

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Yayoi Kusama, 1999, Copo com Canudo

Em 1951, com o final da guerra, a primeira edição da Bienal trouxe 49 artistas japoneses que provocaram mudança no foco da arte de artistas nipo-brasileiros, cujo trabalho, a partir de então, se tornou fortemente influenciado pelo abstracionismo. Além do caminho abstracionista, estão na exposição dois dos expoentes da vanguarda japonesa de pop art, representadas por Takashi Murakami e Yayoi Kusama.

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titi Freak, 2008, O Encontro

A última fase da mostra, Contemporâneos, aglutina novos artistas nipo-descendentes da Choque Cultural. Globalizados, têm em comum uma relação muito forte com a cultura de rua, grafitti e ilustração.

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Atsuo Nakagawa, 2008, Sem Título

Entre os artistas estão os japoneses Atsuo Nakagawa e Urata Spancall que mantém constante intercâmbio com brasileiros, Titi Freak, que trabalhou nos estúdios de Maurício de Souza e recentemente foi convidado pela Nike. Também estão na exposição, Rafael Buia, Gachaco, Yumi Takatsuka e Whip.

Serviço:
Do Ukiyo ao Mangá
Espaço Cultural BM&F/BOVESPA
Praça Antonio Prado, 48
São Paulo - Centro
Horário: Segunda a sexta, 10h às 18h
Visitas monitoradas podem ser agendadas pelo telefone: (11) 3119-2404
Até 19/08
Grátis