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Eu sei onde o verão vai

Ryan McGinley em 2003, aos 24 anos, foi o fotógrafo mais jovem a ter uma exposição solo no Whitney Museum of Art. Ele recebeu muitos prêmios nesta mesma época e é considerado um dos fotógrafos que melhor captura a essencia desta geração. Concordo em parte. Ryan McGinley capta a essência da juventude de maneira atemporal e exalta valores que se tornaram tão banais que chegaram a perder o sentido. A ponto é que esta sensação parece ter se intensificado na geração atual.

A fotografia de Ryan McGinley não fala a quem a observa, ela sussura. E surrura como quem sabe onde o verão se esconde e muitos outros segredos banais, porém básicos para se continuar sentindo, vivendo e cultivando ideais. Etéreos, passageiros, nos levam a aguçar a atenção, antes que o som desapareça por completo. Sinceros. Quem prestar atenção vai ouvir: Surruro, sou jovem, não sei de nada e sei de tudo. Sou livre e a liberdade brilha mais que dois mil sóis

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Mais do fotógrafo aqui.

The Selby

Você adora de sites referência em decoração e design, mas sentem que falta uma cara mais de casa de verdade? Então, você vai adorar o the selby. No The Selby eles sobem apenas fotos das casas de artistas, arquitetos, ilustradores, tatuadores, etc e junto com as fotos das pessoas em suas casas, detalhes legais, vem também uma mini-entrevistinha com o dono da casa - escrita a mão.

Confira algumas das fotos de lá:

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Casa de Bobb Bruno (músico)

 

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Maimilla Lukacs (Videomaker)

 

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Annakin Violette (Diretora, música, curadora independente)

Os homens que choram

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The Crying Men, projeto de Sam Taylor-Wood, explora a beleza e a fragilidade da imagem do homem chorando. Não é um projeto novo, mas acabou tomando uma característica cult depois que vários artistas famosos passaram a colaborar.

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01. Daniel Craig
02. Dustin Hoffman
03. Michael Madsen

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04. Willem Dafoe
05. Steve Buscemi
06. John Leguizamo

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07. Woody Harrelson
08. Philip Seymour Hoffman
09. Sean Penn

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10. Ed Harris
11. Lawrence Fishburne
12. Robert Downey Jr.

Mais fotografias com outras celebridades no site do fotógrafo.

Bolacha na cara

Sleeveface é um site colaborativo onde as pessoas enviam fotos contextualizando capas de LPs no ambiente.

Daí um cara comum com a calça rasgada se transforma no Rod Stewart:

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O legal é como o vinil ficou muito popular principalmente nos anos 80, a década do exagero e do drama, as fotos às vezes produzem  efeito deste tipo:

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E pelo jeito, tem um monte de brasileiro brincando:

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A idéia parece ter dado tão certo que os fundadores do site, do País de Gales, lançaram um livro recentemente compilando 192 contribuições mais legais.

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Para ver mais, link para o site aqui.

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Efeito polaroid

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 Com o fechamento das fábricas que produziam os componentes dos filmes da polaroid, foi decretado o fim da fotografia instantânea, pelo menos do jeito que a gente conhecia… Tem até site fazendo campanha para a empresa reiniciar a produção. 

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 Mas um programinha lançado recentemente, que virou até grupo no Flickr, promete dar às suas fotos convencionais um pouquinho da graça, cores e saturação das fotos tiradas com filme polaroid.Vale testar! O programa chama Poladroid e pode ser baixado aqui.

Pequenos trabalhadores

Essas imagens chegaram na caixa de email da Thais e nós achamos tão bonitinhas que resolvemos subir para o blog. Clique para ver maior. Se alguém souber a autoria das imagens, conte para a gente nos comentários!

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Olhos na Favela

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Todo mundo deve ter visto por aí as fotografias embasbacantes do projeto Women are Heroes na Favela da Previdência, Rio de Janeiro.

Mas você sabe quem é o responsável? Foi o artista francês JR. Seu objetivo, além de chamar a atenção do primeiro mundo para as condições de vida nos países do terceiro, é colocar no papel, de maneira literal, a importância das mulheres em sociedades desestruturadas.

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As fotos super ampliadas e coladas nos muros da favela são de mulheres e moradores das regiões onde os lambes foram colados que convivem com pobreza e violência o tempo todo.

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O projeto já passou por Serra Leoa, Quênia, Sudão e Libéria - países que sofrem muito com guerras étnicas - e pretende passar ainda pelo Laos, Índia e Camboja.

Veja mais fotos do projeto neste site.

Leve a nova fotografia chinesa (com desconto!) para sua casa

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Penúltimo dia do Bazar Online Bangoo. Nem vou falar que não dá para deixar para depois para não ser repetitiva…

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New Photography in China de R$140 por R$70! Imperdível!

Hoje é dia de falar de um livro incrível de fotografia cuja venda no Brasil é feita exclusivamente pela Bangoo. E sim, a gente está com ele no Bazar, e sim, com um super desconto de 50%! Pode parando de bocejar, como tudo que a gente vende na Bangoo, não é qualquer livro.

O livro 3030: New Photography in China reúne fotografias realizadas por 30 novos fotógrafos chineses com idade de até 30 anos. Esse critério traz uma seleção atualíssima e arejada da nova cena em fotografia chinesa.

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Caramba, e você nem sabia que tinha fotografia na China? Você assistiu às aberturas dos Jogos Olímpicos? Acho que deu para sacar que eles se dedicam de verdade às coisas que eles resolvem em fazer. Eles querem mostrar para o mundo que são bons e na fotografia não é diferente.

Só para dar o gostinho, saca só algumas das imagens que integram esse livro.

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Tem também essa matéria do Gilberto Scofield Jr., correspondente do jornal O Globo na China, que ilustra muito bem o livro que você estará prestes a chamar de seu.

P.S: Para quem ainda tiver dúvida, tem mais imagens tiradas do livro no flickr.

Casas onde moraram grandes escritores e a arquitetura do Chile

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O Museu da Casa Brasileira traz exposição que mostra um pouco da arquitetura chilena, dividida em três partes.

A primeira ilustra com fotografias, maquetes e videoprojeções a arquitetura de diversos momentos históricos do país.

A segunda parte, mostra o olhar dos novos arquitetos, vencedores do prêmio nacional chileno de arquitetura em 2006, que propõem a paisagem e a natureza como suporte.

A terceira é dedicada à poetas chilenos que usaram suas casas como extensão de sua obra literária como Pablo Neruda, Vicente Huidobro, Nicanor Parra, Gonzalo Rojas e Gabriela Mistral.

Serviço:
Utopias Arquitetônicas Chilenas
Até 21/10
Museu da Casa Brasileira
Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705 - Itaim
São Paulo - SP
Horários: Terça a Domingo: das 10h às 19h
Preço: R$4 (inteira) R$2 (estudantes)
Domingo: Grátis

Boogie lança “São Paulo”

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Vladimir Milivojevich, o fotógrafo Boogie, nasceu em 1969 em Belgrado, Sérvia. Lá foi criado e vivenciou 10 anos de crise econômica e guerra civil. Seu trabalho ficou conhecido por suas fotos cruas em preto e branco, retratando geralmente situações e pessoas em pobreza e/ou violência extremas.

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Suas primeiras fotos, ainda em sua cidade natal, capturaram o cotidiano de grupos neo-nazistas. Em meados dos anos 90, o fotógrafo conseguiu um green card em uma rifa e mudou-se para Nova York. Morou inicialmente no Queens e depois se mudou para o Brooklyn. Lá fotografou viciados e gangues em Nova York que compõem It’s All Good, seu primeiro livro lançado em 2006, seguido de Boogie, em 2007, e Belgrado Belongs to me, este ano.

Tempo depois, com algum reconhecimento alcançado, o fotógrafo fez trabalhos comerciais para a campanhas comerciais como a Real Basket da Nike e teve a oportunidade de viajar para países como Bulgária, França, Itália, Sérvia, Brasil, Cuba, România, Alemanha, Turquia e Grécia.

Em entrevista de 2007, Boogie afirmou que sua cidade preferida até o momento havia sido São Paulo. Pelo jeito o favoritismo rendeu. O fotógrafo acabou de lançar em parceria com a editora americana PowerHouse Books um livro intitulado São Paulo com registros de sua experiência na cidade brasileira.

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Antes do lançamento do livro, em entrevista ao site de fotografia Lost.art.br, Boogie contou sobre sua experiência em São Paulo.

A sensação dominante em São Paulo é de que algo ruim pode acontecer a qualquer momento. Caminhar era cansativo porque eu tinha que ficar esperto o tempo todo. Era fotografia de guerrilha de certa forma. Eu fotografava rapidamente, mudava de locação, e voltava a fotografar. É uma cidade estranha com uma energia estranha. Comunicação era um grande problema porque poucos falam inglês.

Estive lá por uma semana e por uns três ou quatro dias fiquei com algumas pessoas locais. Isso ajudou muito. Eu não tinha idéia do que esperar. Pessoas estavam tentando me assustar com histórias de sequestros e roubos a mão armada, mas eu estive ok. É perigoso, mas não é Bagdá, você sabe.

É possível conferir outras fotografias tanto de “São Paulo” quanto dos outros livros do fotógrafo em seu site: http://www.artcoup.com/