Arquivo 'exposição'

Miró, Picasso e Dalí, designers?

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Está no Sesc da Avenida Paulista exposição que mostra um lado menos conhecido de alguns conhecidos artistas espanhóis, como Miró, Picasso e Dalí, o lado designer.

Na exposição, você poderá ver obras como a sala de jantar projetada por Gaudí ou uma cadeira assinada por Dalí.

Ao todo, são exibidas 100 cadeiras, 100 cartazes e 100 luminárias. Num total de 300% Spanish Design, o nome da exposição.

Serviço:
300% Spanish Design
Até 11/01
Av. Paulista, 119
Bela Vista - São Paulo
Horários:
Terça a sexta: 13h às 21h
Sábado e domingo: 11h às 19h
Preço: Grátis

Grafiteiros e artistas descendentes japoneses no Sesc Santana

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Kasato Maru, o navio que trouxe os primeiros imigrantes japoneses para o Brasil, dá nome a nova exposição no Sesc Santana, mais uma homenageando o aniversário de 100 anos da imigração japonesa.

Kasato Maru - Permanência do olhar mostra 9 obras abrigadas nos espaços de passagem e convivência, criadas por artistas e designers descendentes de japoneses.

As obras são inspiradas na história da imigração japonesa, memórias pessoais e familiares.

Os artistas participantes são: Titi Freak (Hamilton Tokota), Tinho (Walter Nomura), Catarina Gushiken, WHIP (Rodrigo Tokota), Ricardo Ushida, Cisma (Denis Kamioka), Raquel Uendi, HANA-BI (Thais Ueda) e Paulo Ito. Curadoria de Rachel Brumana e projeto expográfico, de William Zarella Jr. Grátis!

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Titi Freak nas paredes do Sesc Santana
Crédito: Blog da Choque Cultural

Serviço:
SESC Santana
Avenida Luiz Dumont Vilares, 579 - Santana
São Paulo - SP
Horários:
De terça a sexta-feira: das 13h às 21h
Sábados, domingos e feriados: das 10h às 18h
Preço: Grátis

2000e8 no Sesc Pinheiros

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Exposição com trabalhos do grupo 2000e8 foi inaugurada na última sexta e ocupa o Espaço de Exposições no 3º andar do Sesc Pinheiros até 05 de outubro.

2000e8 é formado por oito jovens pintores que buscam por meio de seus trabalhos alimentar conversa sobre as possibilidades da pintura contemporânea. O grupo, que não tem a ambição de formar um coletivo, procura ampliar suas potencialidades por meio das relações entre eles.

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Clique nos links para ver previews dos trabalhos de cada um dos artistas individualmente: Regina Parra, Ana Elisa Egreja, Rodrigo Bivar, Marina Rheingantz, Bruno Dunley, Marcos Brias, Renata de Bonis e Rodolpho Parigi. A curadoria é de Paulo Pasta.

Serviço:
2000 e oito
Até 05/10
Sesc Pinheiros
Rua Paes Leme, 195 - Pinheiros
São Paulo - SP
Horário: Terça a sexta, das 11 às 21h30.
Sábados, Domingos e Feriados das 11h às 21h30.
Preço: Grátis

Loro Verz na Galeria Coletivo

 

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Loro Verz era aquele cara da escola que fazia caricaturas. Terminado o colégio, prestou direito na PUC, passou e já matriculado, viajou para ficar seis meses em Londres. Seis meses depois, ele decidiu que não ia mais voltar.

Durante os oito anos que passou lá, desenhando, grafitando e pintando, fez novos amigos, trocou o direito pelas Artes Plásticas na Saint Martins School of Arts & Design. E para se sustentar, trabalhou de tudo que você possa imaginar: de entregador de panfleto a lavador de pratos.

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Mas Loro acabou voltando. “Na época eu estava fazendo uns quadros para um cara e em troca ele deixava eu morar de graça na garagem dele. Um dia, bêbado, eu acabei caindo em cima da minha própria mão, que quebrou… Aí, eu não tinha mais como trabalhar! E o cara acabou me expulsando. Juntei o dinheiro que eu tinha e voltei para o Brasil”.

No Brasil, tudo que ele queria era voltar para Londres. “Eu cheguei aqui e tudo de arte que eu via era planta, flor, cavalo. (risos). Brincadeira, existia uma cena. Mas eu não conhecia nada, nem ninguém e só pensava em voltar para continuar fazendo arte com os meus amigos de lá”.

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Para se virar, depois da volta, ele começou a dar aulas de inglês. “Eu estava até ganhando uma grana legal. Dava para me sustentar e viver decentemente. Mas eu resolvi parar de dar aula de inglês e fazer o que eu realmente gosto, que é arte!”.

As inspirações para arte de Loro estão na rua, em situações inusitadas e na simultaneidade. Simultâneo que é, Loro não pára. O artista ficou entre os 15 finalistas do 2º concurso de ilustração promovido pelo jornal Folha de S. Paulo. O prêmio acabou dando a oportunidade depois para que ele se tornasse o ilustrador do jornal Publimetro.

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Um dia me ligaram dizendo que queriam conversar comigo. Estavam montando um novo jornal, entregue de graça para as pessoas, que já existia em várias cidades do mundo, e precisavam de um ilustrador. Achei que era piada de um amigo meu, o Felipe, mas acabei indo. Desde então, eu entrego uma tirinha toda semana”.

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Loro deixou de dar aulas de inglês, mas esse negócio de ser professor não o abandonou. Agora ele dá aulas de arte. “Na época que eu larguei tudo, eu passei a mandar meu currículo para todas as escolas que eu considerava legais. Um tempão depois, o pessoal da Escola São Paulo me ligou. Eu dou aula lá de desenho, ilustração e grafitte”.

Artistas que Loro considera muito bons? Um italiano chamado BLU, o cartunista Allan Sieber e Alessandra Cestac.

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Um pouco dos trabalhos de Loro podem ser vistos no Bar B, no Bar Santa Augusta e em algumas lojas da marca de artigos esportivos Puma. Amanhã tem bate-papo + Live Paiting com ele na Coletivo Galeria a partir das 20h. Lá você poderá ver sua primeira exposição individual no Brasil que fica no espaço até sábado.

Serviço:
LORO VERZ
Coletivo Galeria
Até dia 19/07
Rua dos Pinheiros, 493 - Pinheiros- SP
Horários:Terça a sexta das 15 às 21hs
Sábado das 14 às 19hs
Grátis

Loro, e que história é essa de ter sido vice-campeão de um concurso de dança da MTV? “Eu tinha acabado de chegar de Londres e só pensava em voltar para lá. Mas não tinha grana nenhuma! Um dia estava de bobeira no Shopping Iguatemi com uma amiga e estavam gravando as pessoas dançando para um concurso de dança da MTV. O prêmio era uma viagem para Londres. Perfeito! Daí o plano era ganhar, ir pra Londres, me disperçar da galera da MTV e ir para casa de um amigo. Aí fui, passei por várias eliminatórias, mas perdi na final. Eu era reconhecido nos lugares. Fui muito zoado por essa história, já...”.

LaChapelle no MuBE

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The House Of The End Of The World, 2005

A história de David LaChapelle como fotógrafo começa nos anos 80, quando ele deixou de trabalhar como barman em Nova York e foi contratado pelo próprio Andy Warhol para fotografar para a revista Interview.

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Death By Hamburguer, 2001

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Milk Maidens, 1998

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Lonely Doll I, 1996

Suas fotos inusitadas, ultra-saturadas e retratando celebridades de maneira mágica/fantástica/bizarra ficaram famosas nos anos 90 e ilustraram capas de inúmeras publicações como Vogue, Vanity Fair, Rolling Stone, i-D e a extinta The Face. Além de campanhas publicitárias de marcas como L’Oreal, MTV, Diesel Jeans, Ford e outras.

Além de fazer fotos para álbuns de artistas, também existe a faceta de LaChapelle fortemente ligada à vídeo-produção. O fotógrafo foi responsável por videoclipes de artistas como: Jennifer Lopez, Gwen Stefani, Christina Aguilera e Moby. O clipe de Natural Blues de Moby ganhou o prêmio de melhor videoclipe no MTV Europe Awards, em 2003.

Seu documentário “Rize” de 2005, sobre o “krumping”, um estilo de dança praticado nas periferias de Los Angeles, recebeu o Reconhecimento Especial do Júri no Festival de Sundance e ganhou como o Melhor Documentário no Aspen Film Festival.

“Heaven to Hell: Belezas e Desastres” estréia hoje em São Paulo e mostra um pouco do trabalho do artista nas duas áreas. São 25 retratos de Courtney Love, Madonna, Marilyn Manson, Angelina Jolie, Gwen Stefani e outros, os videoclipes produzidos por ele e o documentário “Rize”. A entrada é franca e a exposição fica até dia 05 de fevereiro no MuBE.

Veja o trailler de “Rize”: http://www.youtube.com/watch?v=0efEID-uCtE

E entrevista com LaChapelle para a Folha: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u365784.shtml

Serviço:
Heaven to Hell: Belezas e Desastres
MuBE (Museu Brasileiro de Escultura)
Av. Europa, 218
Jardim Europa – São Paulo – SP
Terça a Domingo: das 10 às 19h

Expos Vivienne Westwood

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Condecorada pela Rainha: “Dame” Vivienne Westwood

Hoje, último dia de desfiles do São Paulo Fashion Week, também é a última oportunidade de ver a exposição “Vivienne Westwood Shoes – 1973-2006”, no Pavilhão da Bienal. A entrada é exclusiva para os convidados da semana paulista de moda. A razão da exposição e visita de Vivienne Westwood ao Brasil é a parceria realizada entre a marca de sapatos Melissa e estilista para o desenvolvimento de oito modelos em plástico, dois deles lançados nesta edição do SPFW.

A inglesa, considerada uma das mentes mais criativas e revolucionárias do mundo da moda, coleciona vários prêmios de reconhecimento na área. Além de ser responsável em vários graus pela estética punk como a conhecemos hoje – seu primeiro marido foi Malcolm McLaren, produtor dos Sex Pistols e os rapazes usaram e popularizaram várias criações de Vivienne.

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Super Elevated Ghillie, 1993,

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Sapato que deurrubou Naomi Campbell em 1993

Seus sapatos são famosos por serem impressionantemente lúdicos e também pela ocasião em que a modelo Naomi Campbell caiu do alto do modelo “Ghillie”, uma plataforma super elevada, em Paris em desfile de 93. Fazem parte da exposição “Ghillie”, “Mary Jane”, que inspira o modelo desenvolvido para Melissa, e outros, como os das fotos abaixo.

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Rocking Horse Golf, de 1988, coleção Time Machine

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Bota Silver Hammerhead, coleção Savage, de 1982

Para quem viu a notícia muito em cima da hora ou não conseguiu os disputados convites da SPFW, também foi criada especialmente para o Brasil a exposição “Vivienne Westwood – Multimídia” que mostra 5 modelos históricos criados pela estilita, fotos e o último desfilee da inglesa. A exposição é grátis, aberta ao público e funciona até 29 de fevereiro.

Tour pela exposição da Vivienne na SPFW:
http://www.youtube.com/watch?v=drVjZAndsZQ

Queda da Naomi para quem for mais sádico:
http://www.youtube.com/watch?v=jHFSzgh1YQ0

Serviço:
Vivienne Westwood - Multimídia
Galeria Melissa
Rua Oscar Freire, 827
Jardins - São Paulo - SP
Segunda à sexta: das 10 às 20h,
Sábados: das 10h às 18h