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7º Festival Varilux de Cinema Francês

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Começa, nesta sexta-feira, em São Paulo, o 7º Festival Varilux de Cinema Francês.  A programação inclui 7 filmes franceses, seis deles inéditos, entre eles; La Belle Personne com Louis Garrel, o irmão incestuoso de Os Sonhadores; Beijo na boca, não, com a protagonista de Amélie, Audrey Tatou; e Felix e Lola com Charlotte Gainsbourg, filha do Serge Gainsbourg e Jane Birkin. Elogio ao Amor do diretor Jean-Luc Godard é a reprise.

O Festival já passou por algumas cidades e vai passar por mais algumas outras até completar o circuito itinerante que contempla 12 cidades brasileiras. Quem não for de São Paulo, vale olhar o site para ver se o Festival não está para chegar na sua cidade. Na capital paulista, a exibição está concentrada no HSBC Belas Artes.

Programação:
Sexta-feira:
18h30 - La Belle Personne
21h00 - Beijo na Boca, não!

Sábado:
18h30 - Beijo na Boca, não!
21h00 - Dois em Um

Domingo:
18h30 - Dois em Um
21h00 - 15 anos e meio

Segunda:
18h30 - 15 anos e meio
21h00 - La Belle Personne

Terça-feira:
18h30 - Felix e Lola
21h00 - Feliz e Lola

Quarta-feira:
18h30 - Elogio ao Amor
21h00 - Atrizes

Quinta-feira:
18h30 - Atrizes
21h00 - Elogio ao Amor

Para sinopses dos filmes e outras informações visite o site do Festival

Serviço:
7º Festival Varilux de Cinema Francês
HSBC Belas Artes
Rua da Consolação, 2423
São Paulo - SP - Bela Vista
Telefone: (11) 2358-4092
Ingresso: R$16 (inteira) e R$8 (meia)
Segunda e Quarta (exceto feriados): R$8
Ps.: Holerite ou outro comprovante de trabalho vale meia-entrada na segunda.

Cheiro do Ralo de graça no Sesi Leopoldina

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O Sesi Vila Leopoldina exibe hoje, de graça, às 19h o premiado longa, O Cheiro do Ralo.

O filme de 2006 conta a história de Lourenço, intepretado por Selton Melo, dono de uma loja que compra objetos usados. Ao longo do filme várias situações pitorescas acontecem quando Lourenço passa a se divertir explorando as dificuldades financeiras de seus clientes.

A entrada é gratuita.

Serviço:
O Cheiro do Ralo
Sesc Leopoldina
Rua Carlos Weber, 835 -  Vila Leopoldina
São Paulo - SP
Censura: 16 anos
Horário: 26/08 - 19h
Entrada: Grátis (retirar ingressos com uma hora de antecedência)

Abertura da FLAP! na livraria temática de poesia de São Paulo



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Hoje, daqui a pouquinho, às 19h, tem abertura da 4ª edição da FLAP! na Biblioteca Temática de Poesia Alceu Amoroso Lima, aquela grande parede com o escrito “poesia” na Av. Henrique Shaumann em São Paulo. A FLAP! é um festival de Literatura alternativo que vem na contramão da FLIP, ou nem tanto assim. De qualquer forma, é um novo festival de área que está com uma programação gratuita distribuída por toda a cidade para os próximos 7 dias.

O tema desta edição é Zona Franca - Viva la conexión, ou seja, um espaço para a integração, intercâmbio e ajudinha das novas tecnologias para divulgar o evento por entre o máximo de pessoas que for possível. O Festival além de já ter proclamado o portunhol como língua oficial, trouxe como convidados especiais mais de 20 artistas latino-americanos.

Com a ajuda das facilidades da “conexión” os organizadores transmitirão pelo blog e webcam ao vivo, discussões, leituras, debates, workshops e oficinas que acontecerão até dia 08 de setembro. Clique aqui para o link do streaming ao vivo do Festival e aqui para programação e endereços.

Serviço:
Inauguração da FLAP!
Biblioteca Temática de Poesia Alceu Amoroso Lima
R. Henrique Schaumann, 777 – Pinheiros
São Paulo – SP
Horário: 19h
Preço: Grátis

Boogie lança “São Paulo”

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Vladimir Milivojevich, o fotógrafo Boogie, nasceu em 1969 em Belgrado, Sérvia. Lá foi criado e vivenciou 10 anos de crise econômica e guerra civil. Seu trabalho ficou conhecido por suas fotos cruas em preto e branco, retratando geralmente situações e pessoas em pobreza e/ou violência extremas.

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Suas primeiras fotos, ainda em sua cidade natal, capturaram o cotidiano de grupos neo-nazistas. Em meados dos anos 90, o fotógrafo conseguiu um green card em uma rifa e mudou-se para Nova York. Morou inicialmente no Queens e depois se mudou para o Brooklyn. Lá fotografou viciados e gangues em Nova York que compõem It’s All Good, seu primeiro livro lançado em 2006, seguido de Boogie, em 2007, e Belgrado Belongs to me, este ano.

Tempo depois, com algum reconhecimento alcançado, o fotógrafo fez trabalhos comerciais para a campanhas comerciais como a Real Basket da Nike e teve a oportunidade de viajar para países como Bulgária, França, Itália, Sérvia, Brasil, Cuba, România, Alemanha, Turquia e Grécia.

Em entrevista de 2007, Boogie afirmou que sua cidade preferida até o momento havia sido São Paulo. Pelo jeito o favoritismo rendeu. O fotógrafo acabou de lançar em parceria com a editora americana PowerHouse Books um livro intitulado São Paulo com registros de sua experiência na cidade brasileira.

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Antes do lançamento do livro, em entrevista ao site de fotografia Lost.art.br, Boogie contou sobre sua experiência em São Paulo.

A sensação dominante em São Paulo é de que algo ruim pode acontecer a qualquer momento. Caminhar era cansativo porque eu tinha que ficar esperto o tempo todo. Era fotografia de guerrilha de certa forma. Eu fotografava rapidamente, mudava de locação, e voltava a fotografar. É uma cidade estranha com uma energia estranha. Comunicação era um grande problema porque poucos falam inglês.

Estive lá por uma semana e por uns três ou quatro dias fiquei com algumas pessoas locais. Isso ajudou muito. Eu não tinha idéia do que esperar. Pessoas estavam tentando me assustar com histórias de sequestros e roubos a mão armada, mas eu estive ok. É perigoso, mas não é Bagdá, você sabe.

É possível conferir outras fotografias tanto de “São Paulo” quanto dos outros livros do fotógrafo em seu site: http://www.artcoup.com/

Céus de São Paulo

A série Céus de São Paulo é um registro da megalópole do topo dos seus arranha-céus. Suas luzes, formas, personagens e seu “quase” silêncio.  Seguem algumas imagens da série ainda em construção. A Bangoo e a Vinil, estúdio de novas mídias e design que a concebeu, são irmãs do IMEA - Instituto de Mídia e Artes, que já produziu exposições de fotografia no Brasil e no exterior.

Imagem da série Céus de São Paulo, Fernanda Cerávolo

Ceús de São Paulo - branco


Céus de São Paulo

Céus de São Paulo - cinza

 

Céus de São Paulo - 3

Céus de São Paulo - laranja

 

Céus de São Paulo

Céus de São Paulo - marrom

Céus de São Paulo

Céus de São Paulo - amarelo

 

 

Strawberry Fields are forever

Este ano está um ano bem cheio de notícias relacionadas aos Beatles, né? Ok, a verdade é que desde os anos 60 não param de acontecer fatos relacionados em algum grau aos garotos de Liverpool…

Mês passado, Yoko Ono inaugurou em São Paulo sua exposição pelo centenário da imigração japonesa no Brasil, com direito a apresentação performática no Theatro Municipal que concentrou metade do PIB brasileiro em um lugar só (a partir da foto 4) hehe. As fotos da performance a seguir são emprestadas da fotógrafa Caroline Bittencourt. Obrigada, Caroline. :)

Para quem perdeu a performance, a exposição ainda está em cartaz no Centro Cultural Banco de Brasil até dia 03 de fevereiro. Yoko Ono – Uma Retrospectiva faz um apanhado da carreira artística da nipônica e inclui “Ceiling Painting”, a obra que conquistou John Lennon - Uma escada com uma lupa presa por uma corda no teto, para que o objeto seja utilizado e seja possível ler no alto escrito bem pequenininho: “yes”.

Agorinha semana passada, estreou em circuito o musical Across the Universe, dirigido por Julie Taymor, também diretora do filme sobre a artista plástica mexicana Frida. Across the Universe é baseado em músicas e referências dos Beatles, desde o nome do filme, dos personagens, à época em que vivem, até as músicas que os personagens cantam, canções… dos Beatles. O filme tem participações especiais de Bono Vox, Joe Cocker e Salma Hayek.

Ah sim, anteontem foi aniversário de morte de John Lennon. Nesse link foi postada uma carta aberta de Yoko para John por este 27° aniversário da morte.

Imagine Peace!

Zombie Walk de São Paulo é a maior da América Latina

A Zombie Walk é uma caminhada em que os participantes tiram seu sangue de mentira do armário, colam uns hematomas, desenham umas suturas e saem numa passeata em grupo grunindo por aí. O evento surgiu divulgado principalmente nos inferninhos terror trash da internet: sites alternativos, listas de discussão, boca-a-boca. E o legal é que deu certo!

Segundo a Wiki, umas das primeiras Zombie Walk’s é a de Toronto, Canadá, de Outubro de 2003, com apenas 6 participantes. A primeira grande edição também se formou no Canadá, com 400 participantes. No Brasil, a primeira Zombie Walk aconteceu em Belém em outubro de 2006.

A maior Zombie Walk do Brasil e da América Latina, aconteceu em 9 de dezembro do ano passado em Porto Alegre, com mais de 400 mortos-vivos. Mas… a Zombie Walk paulista desse ano, contabilizou nada mais nada menos do que 700 mortos vivos! Dados da organização do evento. Competição assim saudável de gente legal e bem humorada, não tem problema nenhum, né?

 


Zumbis atacam a estação de metrô Consolação
Foto: Fernando Mafra

 


Siga a seta laranja e encontre a estagiária feliz e bangolino walker
Foto: Leandro Walicek

 

A Bangoo levou o Bangolino, o mascote da Bangoo, caminhou com os amigos mortos vivos paulistas e distribuiu flyers para que o pessoal conheça o site www.bangoo.com.br. Então, amiguinhos semi-mortos, divirtam-se, passeiem pelo site, cadastrem-se na Newsletter, porque vai ter sorteio de camisetas. Só não vale identidade fantasma!

Não deixem de ver esse vídeo da Debora Boeira que está bem auto-explicativo da loucura que foi. :)