Arquivo 'whip'

Grafiteiros e artistas descendentes japoneses no Sesc Santana

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Kasato Maru, o navio que trouxe os primeiros imigrantes japoneses para o Brasil, dá nome a nova exposição no Sesc Santana, mais uma homenageando o aniversário de 100 anos da imigração japonesa.

Kasato Maru - Permanência do olhar mostra 9 obras abrigadas nos espaços de passagem e convivência, criadas por artistas e designers descendentes de japoneses.

As obras são inspiradas na história da imigração japonesa, memórias pessoais e familiares.

Os artistas participantes são: Titi Freak (Hamilton Tokota), Tinho (Walter Nomura), Catarina Gushiken, WHIP (Rodrigo Tokota), Ricardo Ushida, Cisma (Denis Kamioka), Raquel Uendi, HANA-BI (Thais Ueda) e Paulo Ito. Curadoria de Rachel Brumana e projeto expográfico, de William Zarella Jr. Grátis!

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Titi Freak nas paredes do Sesc Santana
Crédito: Blog da Choque Cultural

Serviço:
SESC Santana
Avenida Luiz Dumont Vilares, 579 - Santana
São Paulo - SP
Horários:
De terça a sexta-feira: das 13h às 21h
Sábados, domingos e feriados: das 10h às 18h
Preço: Grátis

“Do Ukiyo ao Mangá”: traça um panorama da arte nipo-brasileira

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Urata Spancall, 2007, Sem Título

O Espaço Cultural BM&F/Bovespa inaugurou esta semana exposição em homenagem aos 100 anos da imigração japonesa. ‘Do Ukiyo ao Mangá’ traça um panorama da arte nipo-brasileira: da primeira leva de imigrantes aos dias atuais. A exposição é dividida em três principais momentos: Pioneiros, Pós-Bienal ou Pós-Guerra e Contemporâneos.

As 70 obras de mais de 40 artistas incluem pinturas, sumi-ês e mangás. Além de parte dedicada aos ukiyos - gravuras japonesas anteriores à imigração - datadas dos séculos XVII, XIX e XX e um espaço reservado às cerâmicas e esculturas.

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Manabu Mabe, 1997, Auto-Retrato

Pioneiros contempla a produção realizada entre os anos 30 e 40. São apresentadas e gravuras em sumi-ê - técnica monocromática que usa tinta preta extraída de vegetais, o sumi. A técnica faz necessárias pinceladas rápidas e precisas, além de atuação quase teatral do pintor. Manabu Mabe é o artista em destaque.

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Yayoi Kusama, 1999, Copo com Canudo

Em 1951, com o final da guerra, a primeira edição da Bienal trouxe 49 artistas japoneses que provocaram mudança no foco da arte de artistas nipo-brasileiros, cujo trabalho, a partir de então, se tornou fortemente influenciado pelo abstracionismo. Além do caminho abstracionista, estão na exposição dois dos expoentes da vanguarda japonesa de pop art, representadas por Takashi Murakami e Yayoi Kusama.

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titi Freak, 2008, O Encontro

A última fase da mostra, Contemporâneos, aglutina novos artistas nipo-descendentes da Choque Cultural. Globalizados, têm em comum uma relação muito forte com a cultura de rua, grafitti e ilustração.

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Atsuo Nakagawa, 2008, Sem Título

Entre os artistas estão os japoneses Atsuo Nakagawa e Urata Spancall que mantém constante intercâmbio com brasileiros, Titi Freak, que trabalhou nos estúdios de Maurício de Souza e recentemente foi convidado pela Nike. Também estão na exposição, Rafael Buia, Gachaco, Yumi Takatsuka e Whip.

Serviço:
Do Ukiyo ao Mangá
Espaço Cultural BM&F/BOVESPA
Praça Antonio Prado, 48
São Paulo - Centro
Horário: Segunda a sexta, 10h às 18h
Visitas monitoradas podem ser agendadas pelo telefone: (11) 3119-2404
Até 19/08
Grátis